Dicas de Estudos



Autoestima
Texto de Juliene Cardoso do Prado*

Segundo Freitas (2015), autoestima é o valor que você atribui a si mesmo(a). O verbo que podemos utilizar para esse conceito é “SER”. Por outro lado, precisamos da autoconfiança. Esse termo associa-se ao “confiar na capacidade de fazer algo, nos termos de honrar compromissos”. No momento em que associamos a nossa autoestima com o ambiente externo, acabamos nos anulando e ficamos à mercê do ambiente.
Exemplificando: uma pessoa muito ligada à aparência se sente bem no decorrer dos seus dias. Mas, se um dia que se perceber um pouco acima do peso, ficará abalada. Não está em questão se devemos ligar ou não para aparência, mas sim o quanto o externo influencia no nosso conceito sobre nós mesmos (as).
Ou seja, todos nós nos sentimos tristes em algum momento, mas isso não pode influenciar a nossa autoestima.  Os nossos sentimentos são parte da gente (“Estamos tristes, estamos alegres”….), mas não quer dizer que somos assim. Eis a diferença entre ser e estar, pois nossos sentimentos não são “para sempre”, eles oscilam.
Ao pararmos para pensar “isso não é bom para mim” e/ou  “isso não serve para mim” estamos gerando dentro de nós uma ‘onda de mudança’, em outras palavras, é um indício de que dentro de nós algo está se transformando (Mascarenhas, 2015). Essa atitude é um sinal de que estamos nos valorizando e escolhendo o que queremos ou não para nossa vida, ou pelo menos, para aquele momento.

dicas_clip_image002_0001Toda escolha cabe uma renúncia. Lidar com nossas frustrações de que a escolha que fizemos no momento foi a melhor que pudemos fazer, e ainda aprender com um provável erro, é um momento de amadurecimento.
Também podemos escolher como agir diante das situações que a vida oferece, como exemplificado na frase de Cora Coralina (imagem ao lado).

dicas_clip_image004_0000Uma dica para saber como está lidando com você mesmo (a) é perguntar-se: “eu faria, ou falaria, assim com o meu melhor amigo?” Se a resposta for sim, muito bem! Agora, se a resposta for não, tenha calma. Apenas reflita sobre o que acabou de ler. Tenho certeza que você vai fazer boas escolhas para você, pois você vai se amar cada vez mais. Afinal, estamos sempre aprendendo.

Referências bibliográficas:
FREITAS, Marcos de. “Autoaceitação, Autoconfiança e autoestima”. Palestra do CONAPNL2015, 25/05/15.
MASCARENHAS, Kau. “Cinco conceitos básicos de liderança para o sucesso na vida profissional”. Palestra do  CONAPNL 2015, 19/05/15.

* Juliene Cardoso do Prado é psicóloga clínica e orientadora profissional, atende em consultório particular.

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Ansiedade
Texto escrito por Juliene Cardoso do Prado¹ e Iracema Cerdán Zavaleta Galves²

Muito se ouve por aí: “Ah estou ansioso (a)…”, mas será que as pessoas sabem realmente o que é a ansiedade?
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Alguns acham que é até normal, mas dependendo do grau, não é não. Imagine um estudante sempre ansioso antes das avaliações, muito provavelmente, este fato atrapalhará muito o seu desempenho.
Ansiedade, segundo dicionário Aurélio online, é conceituada da seguinte forma: “1. Comoção aflitiva do espírito que receia que uma coisa suceda ou não. 2. Sofrimento de quem espera o que é certo vir, impaciência”.
Algo que nos aflige já denota que o sentimento “medo” está embutido. A expectativa de que talvez uma coisa aconteça ou não, pode gerar ansiedade.  Essa situação torna-se problemática quando um medo não real está presente.

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A QUESTÃO DA TIMIDEZ

Texto escrito por Iracema Cerdan Zavaleta Galves *

                Ser tímido não é nada fácil, não é mesmo? É mais difícil de se fazer amizades quando se é tímido. É difícil arrumar namorado.

E até é difícil tirar dúvidas com os professores na escola. Em casos extremos, a timidez pode até atrapalhar a pessoa a se manter em um emprego.
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O que fazer? Como superar esses desafios?
Uma das primeiras questões que temos de refletir sobre uma pessoa tímida é o quanto ela acredita nela mesma. Será que ela sabe o quanto ela é capaz de fazer? Muitas vezes, a timidez está relacionada com a baixa autoestima ou a insegurança.

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A importância da rotina para os estudos

            No dicionário, o verbete rotina é definido como “caminho utilizado habitualmente; prática constante e mecânica de repetir certas ações; procedimento regular ou habitual”.
Muitas vezes, essa palavra é vista como algo negativo, cansativo, como sinônimo de desânimo. Mas, para aqueles que têm um objetivo a ser cumprido, a rotina é vital para o êxito, pois ela organiza e estrutura o trabalho e o tempo, definindo metas a serem alcançadas.
Imagine uma escola que não tem organizadas as disciplinas e o tempo de cada uma delas: o aluno dessa escola não saberá qual o material que deverá colocar na mochila, os professores se sentirão perdidos não sabendo quem deverá entrar na sala primeiro e quanto tempo tem para ficar nela, e os pais, por sua vez, não conseguirão se organizar para esperar os filhos em determinada hora em casa.
Assim como uma escola deve ter uma rotina para organizar o trabalho tanto dos professores quanto dos estudantes, outros âmbitos da vida também precisam dessa organização.

 


 

A rotina no estudo diário

Aquele que quer ter sucesso na vida escolar deve ter uma rotina, pois, com ela, se adquire hábitos importantes para a aprendizagem efetiva.
Para o estabelecimento dessa rotina é importante conhecer o ritmo de cada um, pois, assim como as pessoas são diferentes, as rotinas para o sucesso delas também devem ser diferentes: uma pessoa que se concentra melhor não precisa, por exemplo, passar o dia todo estudando uma matéria, pois, provavelmente, absorverá o conteúdo mais rapidamente. Da mesma forma, uma pessoa que não gosta de estudar não conseguirá ficar horas e horas sentada diante dos livros, sem um descanso ou uma recompensa.
Depois de refletir sobre seu perfil de estudante, uma dica interessante é mesclar na rotina um momento de estudo e um momento de descanso, quando poderá fazer aquilo que gosta.
Por exemplo, se você vai à escola de manhã, não deverá nunca chegar em casa e já começar a estudar. Deve dar uma pausa, um tempo para relaxar.
Então, o recomendado seria, depois de chegar em casa, almoçar, assistir a um programa de televisão (para não correr o risco de passar o dia todo na frente da TV, use um despertador para avisar a hora de parar) e, em seguida, vá estudar ou fazer a lição. Esse momento também não pode ser muito longo, pois, depois de certo período, não se absorve mais nada. Assim, estipule estudar 50 minutos e descansar 10 e, em seguida, voltar a estudar. Use esses 10 minutos como prêmio e o utilize da forma como desejar: entrando em uma rede social, vendo um filme curto na Internet, fazendo um breve lanche ou mesmo dando uma volta no quarteirão para ver algum movimento.
Outra sugestão é sair da rotina. É isso mesmo: sair da rotina também deve fazer parte de sua rotina! Nada melhor do que ter um momento para não pensar em nada e fazer o que der vontade. Geralmente, as pessoas fazem isso no domingo, quando não têm nenhuma obrigação. Mas cada um deve encontrar o seu melhor momento para isso.


 

A importância da orientação profissional na hora de escolher

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Fonte: http://www.alunosonline.com.br/vestibular/orientacao-profissional.html

            A adolescência é um período difícil na vida do ser humano, pois muitas mudanças estão acontecendo, tanto física quanto psicologicamente. O indivíduo sabe que não é mais uma criança (apesar de que algumas características dessa fase ainda estejam presentes), mas ainda não é um adulto. Nesse período é vivenciada a magia de vir a ser adulto e o luto da perda da infância. Juntamente com estas mudanças há a necessidade da escolha profissional.
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As diferenças entre informação e conhecimento

            Antes do surgimento da imprensa, a informação estava presa nas bibliotecas dos mosteiros. Depois, os livros começaram a ser produzidos em maior quantidade e apareceram os jornais. No século XX, o rádio e a televisão tiveram grande papel para a propagação da informação e, atualmente, a internet é o principal meio difusor dela.

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Fonte: http://biblioo.info/wp-content/uploads/2013/05/Vanessa-Souza-Dado-informa%C3%A7%C3%A3o-e-conhecimento-imagem.jpg

            A escola também teve seu papel, pois, com a universalização da educação, as

informações passadas ali são para todos e não somente para a elite de antigamente. Claro está que ainda hoje existe uma grande diferença entre as escolas e o que se aprende em cada uma delas, mas não se pode negar que as informações passaram para as mãos de um amplo número de pessoas. Essa verdade é tão importante que há quem afirme que a criança de hoje têm mais informações acumuladas do que um imperador romano.

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A informação e o conhecimento na escola

No passado, era a escola o lugar ideal para se passar as informações para o aluno, era o professor que as trazia e elas vinham separadas em matérias. Atualmente, ela está em todos os lugares e mais acessível do que nunca. Hoje, muitas vezes, o estudante complementa a fala do professor com informações que foram vistas na internet.
Por isso, o papel da escola e do professor mudou bastante: ele não deve apenas passar a informação, mas transformá-la em conhecimento!
A escola faz essa transformação quando relaciona as diferentes informações, juntando aquilo que foi aprendido nos diversos anos escolares e mostrando como usá-las de maneira concreta, ou seja, dando um sentido e um significado a elas.
Assim, o papel da escola deve ser ensinar o estudante a gerir a informação.

Por que é importante que as informações e os conhecimentos caminhem de mãos dadas?
Nós vimos que as informações estão em todos os lugares, mas sabemos que nem toda a informação é útil. Por isso, é muito importante saber captá-las no lugar adequado, separá-las e organizá-las. É nesse momento que entra o conhecimento, pois é ele que vai pensar sobre elas. O conhecimento é a informação refletida.

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Fonte: http://cafedeideiaszen.blogspot.com.br/2012_10_01_archive.html

            Pensando sobre as informações, adquire-se o conhecimento. E esse conhecimento vai se ampliando à medida que ganha novas informações, que vão se somando às anteriores, até que se chega à sabedoria.
É por isso que os profissionais continuam estudando depois de formados: eles precisam agregar informações, reformular conhecimentos que antes eram dados como certos mas que hoje são vistos com cautela, desconstruindo verdades e aprendendo com as novas experiências.


Orientação Profissional e a Aposentadoria

Texto escrito por Juliene Cardoso do Prado*

 

Você deve estar se perguntando “Qual é o objetivo de se trabalhar Orientação Profissional com aposentados?”. Bem, este trabalho caminha em nível preventivo para manter a autoestima equilibrada e mudar o olhar da sociedade perante o idoso / aposentado.
Por que isso? Vocês, leitores, notaram que a expectativa de vida dos brasileiros tem aumentado? Hoje a média está em 72,4 anos, o que nos leva a pensar mais no idoso e em sua situação. O que fazer quando se aposenta, de um modo geral, com 60 anos (a mulher) e 65 anos (o homem)? É muito tempo para não ter uma atividade ou mesmo um projeto de vida!
Sem uma atividade, qualquer pessoa fica à mercê do ócio, podendo chegar a apresentar sintomas de um quadro depressivo. Por isso ressalto a importância de ter uma atividade, principalmente uma na qual sinta prazer em realizá-la.
Com relação ao projeto de vida não é diferente, porque ele também é importante em qualquer etapa de nossa vida. Este nos passa a sensação de vitória. Quando conseguimos realizar algo, há uma “voz” interior que diz: “Parabéns! Você conseguiu!”. E essa sensação faz com que busquemos alcançar outros projetos mais.
Pensem nisso. Há sempre algo que podemos fazer. Afinal, nunca é tarde.

* Psicóloga / Orientadora Profissional  – CRP 06 / 78107
(Contato: julienecardoso26@gmail.com)